
O natal já lá vai o fim de ano também e reis será amanhã e logo logo a seguir, vem o carnaval. Não ligo muito, mas gosto imenso se for a lazarim, de resto são brazileiradas e palhaçadas de mau gosto. Este Carnaval perde-se no tempo, ao que parece recua até aos romanos, é o único autoctune, por isso vale apena ir e conhecer. Fui lá pela primeira vez em 1998, fui há dois anos e tenciono ri lá este ano. Recomendo.
Candidatos para todos os gostos: mormons, adventistas, pastor evangélico e católicos; grande açorda.
No último cartel de século xix os states sobresairam como o grande pais do s. xx e assim foi, mas o fim do século xx vaticina outra coisa que é o partilhar do poder com novos players: china, índia, brasil e mais alguns vizinhos destes. A europa terá de esperar a que os novos players tenham os mesmos problemas dos antigos e ai sim as coisas mudaram de figura. Mas isto é complicado e pelo meio podem surgir conflitos de varia ordem. Adiante.
Nos states aquilo parece o médio oriente actual; deus é senhor e salvador e em seu nome, como noutros tempos, toda classe de barbaridades é dita e cometida em seu nome, mas claro meus caros leitores, é necessária muita carne para os canhões ressoarem em nome do senhor e da liberdade do ser humano, que normalmente é o homem, a mulher não é para aqui chamada pela opinião dominante. Eu não conheço os states, gostava, mas nada temos a aprender com o tio sam, com os outros americanos, aqueles que discordam dos tios sam, com esses sim.
Como a vida nos ensina de tudo um pouco, acho que a sra clinton irá enfrentar um homem de deus, um daqueles que saem das igrejas cheios de virtudes e de dinheiro, é fácil e ver. Do pouco que sei de história, os homens que se intitulam de servidores de deuses e missões, são muito perigosos e regra geral loucos.
os nossos vizinhos e os espaços sem fumo
Publicada por jorge pandeirada à(s) quinta-feira, janeiro 03, 2008Ora, tenho aqui uns vídeos das campanhas anti tabajicas dos nossos irmãos espanhóis. Bom, aqui não se fez nenhuma para este Inicio de lei, apareceram ai uns senhores a dizer que prometeram fazer e não fizeram e que havia uma verba e onde esta ela. Deixo aqui o bom trabalho de vídeo dos nossos bons vizinhos que esta bem realizado e a mensagem é universal. Na verdade penso que no poupar esta muito ganho, e a lei entrou em vigor sem gastar em publicidade, se calhar os compromissos eleitorais com os publicitários estão todos pagos.
Parece ser que ambas tem qualquer coisa em comum e em cumplicidade na maioria dos casos, mas no caso dos fumadores, o fumo parece impedir de ver claro os sapientes. Na faculdade de letras de Lisboa, não vi a noticia desde o inicio, por tanto, poderá ter sido a do porto, os alunos concordam com a lei, mas os professores acham-na demasiado fundamentalista. E perguntam: e então o fumo do diesel, das fabricas? Diria que é uma pergunta pertinente, mas para outra discussão, não esta. Os fumadores estão a sumar pontos diante dos não fumadores, parabéns.
Tomei nota há vários dias atrás da minha curiosidade quanto à aplicação da lei de proibição de fumar em locais públicos. Venho redimir-me do que disse e pensei. Ontem as noticias da tv davam conta de como os fumadores passaram a respeitar a lei sem qualquer contrariedade anímica e de como os não fumadores agradeciam por ter um ar despoluído em espaços fechados. Hoje de manhã num centro comercial da aldeia mais próxima enquanto esperava com a minha mulher que uma chuvada parace para ir até ao carro, passa uma amiga para a saída do centro comercial de cigarro apagado na mão para fumar no exterior ao ar livre. Olhei em redor e não vi ninguém a fumar excepto no exterior do centro comercial ao frio e a levar com uns pinguitos de chuva. Afinal somos ou não um povo que gosta de cumprir a lei? CLARO QUE SIM.
Remato dizendo que se não somos melhor cumpridores é também porque não somos parvos, pois que faz as leis para todos, não as cumpre, e se não veja-se o caso do director da asae(e com minúsculas)logo no primeiro instante. Bom, ter-se-á esquecido da hora e do dia.
Depois duma noite de passagem de ano a trabalhar, experiência interessante, sem ressaca nem cançaso, dou inicio e estas crónicas enviadas para o ciberespaço prenhado de informação as quais nem liga nenhuma, ainda bem.
Primeira crónica.
Gatos Fedorentos.
Engraçados, intervenientes com muita piada e com legiões de fãs, que a avaliar pelo espetáculo de fim de ano no pavilhão atlântico, comportam-se como seita. Aqui, a porca torce o rabo, alias, para mim já torce faz algum tempo. Entendo que conseguir um estatuto no mundo do espectáculo e da tv é muito difícil e mante-lo depois mais difícil é, é normal, há mais concorrentes ao mesmo, e então torna-se necessário recorrer de armas e bagagens para manter o show de pé. Até aqui nada em contra, mas noto no ar a idea de insubstituíveis pois o não contrato por parte da rtp, parece uma coisa de lesa pátria. Senhores gatos e fãs, se não for na rtp é noutro canal, o mercado dos aflitos é assim, claro que o patrão estado é muito mais confortavél e no topo, então nem se fala, é seguro e rende muito, mas aqui há gato escondido com rabo de fora, e peço desculpa se me engano, porque gosto deles, até ver.
Se a rtp não renova contrato com os gatos, eles que se façam à vida que é o que todos os portugueses fazem neste momento.
