heroes além mar


Deu-me para isto a esta hora da manhã. De todas as fotografias que tenho da guerra colonial esta é para mim a que melhor reflecte aquilo que penso da geração de homens que foram combater nessa guerra que defendeu aquilo que muitos afirmam que era nosso. Antes de mais meus senhores e minhas senhoras eu sou dos que dizem que não, aquilo ( angola, moçambique, guiné ) e refiro apenas estes porque foi onde a guerra ocorreu intensamente, era deles para todos os efeitos e estes homens não foram defender nada mas sim morrer que nem passarinhos. Bem, mas também não me sinto habilitado para, para falar abertamente do assunto.

Dizia que esta fotografia é o espelho de jovens, porque era isso que eles eram naquele então, saiam para uma guerra que nada lhes dizia, isto dito por eles próprios, salazar e a restante pandilha dizia o contrario. Mais não digo.

ainda tesourinhos que não deprimem parte 2


Estes e outros da minha autoria e da autoria de amigos meus e amigas irei por aqui apresenta-los. O objectivo é, creio eu, não deixar morrer de todo sonhos e ilusões, que agora para nada contam, pois cada um foi a sua vida dado que a fotografia não oferecia nada de bom enquanto ao futuro, mas como tudo tem direito à vida aquilo que é nosso não o devemos deixar no esquecimento.

Desta vez apresento uma fotografia do meu livro S. Gonçalinho editado em 1998 creio. É a fachada da capela emblemática da famosa festa das cavacas em Aveiro. Da festa nada acrescento porque é de fotografia que estou a tratar e porque há quem esteja mais habilitado que eu para o fazer. Do livro direi apenas que foi um projecto interessante.

tesourinhos que não deprimem


Pois isto há coisas que dão que pensar ( não ligo nada à bola mas o porto acaba de vencer ao Benfica e os adeptos na luz saem cabisbaixa ) por mim tudo bem. Para que isto tenha um aspecto mais culto hoje vou mostrar algumas coisas perdidas no meu arquivo. Na bola que estou a ouvir na neta o jesualdo e o nuno gomes trocam mimos.
Esta fotografia foi feita em 1998 no canal s. roque em aveiro. Eram tempos em que acreditava que na fotografia. Hoje não; restam estes imagens.

onde comer por ahí

Esta pergunta incomoda-me quando sou apanhado na estrada em sítios desconhecidos ou então onde a oferta não me inspira confiança. De norte a sul passando pelo centro comer torna-se uma procura detectivesca e nem sempre resulta, mas temos de considerar o mal ou menos. Estando habituado a cozinhar a maioria das coisas não agradam só pelo aspecto da montra, mas de vez em quando lá nos enganamos para o positivo ou negativo. Uma dica durante a semana ao meio-dia é aquela que todos sabem mas cuidado com o sal; é onde param os homens dos transportes, vendedores e todos quantos andam na estrada. Outra dica, à noite, é onde não há clientes no interior do estabelecimento, mas atenção podemos estar a passar diante de um bom grande sítio para comer; aconteceu-me em Monte Mor o Novo( não me lembro do restaurante mas irei procurar o seu nome para o referir aqui). Outras dicas são: perguntar a um taxista, a um polícia ( se encontrar algum ) ou a um vendedor de estação de combustíveis e depois fazer uma triagem e sacar uma conclusão e arriscar, mas estar preparado para a surpresa. Têm funcionado comigo.
Bom apetite

frango de caril

...as receitas são mais ou menos comuns. Mas cada qual dá o seu palpite para a coisa ter o cunho pessoal.

um frango tipo caseiro 1kg +-, limpar bem as peles, cortar aos bocados temperar com pouco sal e reservar.

uma cebola grande picada na tábua ( um dia destes dou uma dica )
alhos picadinhos (eu gosto de muito alho em tudo)duas folhas de louro
e oleo q.b. para uma ligeira fritura; pode usar de palma ou outro. Tudo isto num tacho wok e reserva

três ou quatro colheres de sopa de caril
três colheres de pasta de tomate
vinagre q.b e tudo misturado até formar uma papa e reservar

250ml de leite de côco
3 cubos de caldo de carne ( ver receita de setembro )
piripiri
leite de vaca

wok ao lume (o correto é aquecer primeiro o óleo e depois colocar lá os outros ingredientes) e refogar ao gosto
de seguida dar uma leve fritura ao frango até perder a côr de crú
acrecestar o caril misturar bem e deixar um pouco a refogar
verter o leite de côco o piripiri os caldos de carne e deixe ao lume médio até o estar cozido. Caso seja necessário vá acrescentado leite de vaca. Eu gosto do caril espesso e forte.

acompanhe com arroz branco e batata doce p.ex. e um vinho tinto ao seu alcance

bom apetite

isto de blogar

não é propriamente fácil, não senhor. isto temos de fazer boa figura para passaremm por aqui senão ninguém liga nenhuma e estamos para aqui de dizer uma data de patacuadas a pensar que somos os maiores; é o bom da blogosfera. porreiro pá. mas prometo aplicar me e vão ver que este blog promete...o qué não posso dizer ao certo, mas adiante.
hoje domingo para o jantar fiz um frango de caril, que passada a prova dos començais fiquei tranquilo pois ficou mais forte que do costome e como eramos seis cozi umas batatas doces para acompanhar com o arroz de passas que sobrou do meio dia. para uns parecia não ligar era todo para o doce para mim e mais dois ou três não estava mal. amanhão revelo a receita senão não tenho motivos para vir a este espaço.